THE END: O fim do sonho antiamericano de Hollywood

 19.02.2020: 12:03 AM      217
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A decadência deste movimento sócio-construtivista na indústria cinematográfica abre janela de oportunidades para construção de nova cultura inspirada nas virtudes do povo americano.

Hollywood trocou a cultura do heroi individual, do sonho americano dos fundadores, pela narrativa coletivista baseada em ideias marxistas adotadas por celebridades e milionários da indústria cinematográfica.

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utrora um evento brilhante de exaltação à cultura do "Sonho Americano", o 92ª edição do Oscar no Dolby Theatre, em Hollywood, revelou a decadência irreversível e melancólica da grandiosa premiação. A maioria dos americanos que décadas atrás idolatrava artistas cativantes e discretos, hoje nem imagina significado do show anual.

Este declínio hollywoodiano começou na década de 60, quando diretores e produtores adotaram ideias "progressistas" ditadas por intelectuais marxistas da Escola de Frankfurt. Foi quando inverteram a natureza moral dos papéis subjugando o indivíduo ao coletivo, o mocinho ao bandido, o xerife ao assassino, desconstruindo assim os legítimos heróis nacionais de acordo com falácia socialista da justiça social baseada em luta de classes.

Dados divulgados sobre a cerimônia do Oscar dias atrás indicam uma queda histórica na audiência na ordem de vinte por cento em relação à já baixa performance do ano passado. Para os críticos como Mark Tapson, articulista cultural do David Horowitz Freedom Center, este desastre do socioconstrutivismo aplicado ao cinema Hollywoodiano é o começo de uma oportunidade para se repensar e construir uma cultura popular inspirada nas melhores virtudes do povo americano.

Alguns articulistas do News York Times, engajados na mesma narrativa glamorosa das celebridades esquerdistas, apontaram a concorrência da TV como causa da derrocada do Oscar. Outros deduziram que faltou um bom apresentador para a cerimônia. Todos ignoraram a explicação óbvia, segundo Tapson: "telespectadores americanos estão cansados de ouvir celebridades milionárias dando-lhes palestras sobre nacionalismo branco, aquecimento global, reparação histórica, opressão patriarcal e outros chavões do politicamente correto.

O desinteresse do público americano não acontece somente em relação ao Oscar. Outros eventos como o Grammy também sucumbiram ao desinteresse nacional devido, em parte, aos discursos hilários dos pseudos protagonistas políticos. A edição deste ano do Grammy há um mês atrás foi um "show de horrores" da indústria musical e um desastre de audiência.

Com o Globo de Ouro não foi diferente, registrou queda de audiência pelo oitavo ano consecutivo. Todos os eventos do showbiz americano apresentam tendência de queda no interesse do público devido a baixa qualidade do conteúdo e um viés político hegemônico dos protagonistas: bater no presidente Donald Trump. 

Crianças de todas as idades são induzidas à criticar o presidente por qualquer coisa, numa representação doentia e visivelmente forçada para se mostrarem moralmente corajosas. Outras choram e gritam histericamente chavões pró-aborto e preservação do clima. "Os americanos já se cansaram dessa politização implacável da cultura e a destruição de seus valores mais caros", avalia Tapson.

Ele usa "Hollywood" como ícone da indústria cinematográfica com seus grandes estúdios de cinema, empresas de produção e reprodução digital na Internet, bem como emissoras de propaganda esquerdista como a Netflix. Nesta lista inclui celebridades conformistas que, até por omissão, contribuem para a politização do entretenimento destrutivo da arte.

Em artigo publicado na revista Frontpagemag.com o articulista afirma existir milhares de conservadores trabalhando em todos os níveis do Showbiz, mas a maioria tem medo de intervir e ser socialmente discriminada. Eles temem cair na lista negra da intolerante maioria dita "liberal" e práticas autoritárias. Também destaca a existência de um número incontável de pessoas no ramo do entretenimento que simplesmente não se importam com política, apenas querem se dar bem e ganhar dinheiro. "Infelizmente, estes também são parte do problema", constata.

IMAGENS DO FRACASSO 

No Oscar deste ano Brad Pitt aceitou seu prêmio de Melhor Ator Coadjuvante com um discurso fantasma com críticas às redes sociais, que imediatamente ganhou um tom político quando se referiu ao recente e fracassado impeachment do presidente Trump pelo Partido Democrata, o queridinho da Costa Oeste.

 

 

Melhor Ator: Joaquin Phoenix

O vencedor do Melhor Ator, Joaquim Phoenix, fez um discurso de aceitação condenando os seres humanos por se priorizarem em relação a outras espécies de animais, apontando para (pasme) a implacável apropriação do leite das vacas. Phoenix foi fotografado em mais de uma ocasião vestindo um capuz com a frase "Apoie a Frente de Libertação de Animais", um grupo terrorista doméstico.

Falando em terroristas domésticos, a produtora de Barack Obama, Higher Ground, levou para casa um Oscar de Melhor Documentário pelo filme American Factory, com membro da equipe citando o Manifesto Comunista de Marx e Engels em seu discurso. O filme foi ao ar na Netflix, onde Obama e sua esposa Michelle têm contrato de produção plurianual que pode valer U$ 50 milhões ou mais. Por que você acha que Obama foi direto para Hollywood após sair da presidência, em vez de se aposentar no papel de estadista 

Mas o Oscar da "Virtude Elitista" foi para a traidora da Guerra do Vietnã, Jane Fonda, com comentários sobre as mudanças climáticas, a narrativa da moda esquerdopata. Ela postou em uma selfie compartilhada nas mídias sociais dizendo que estava no Oscar usando "joias Pomellato produzidas com ouro responsável, colhido de forma ética, e diamantes sustentáveis". 

Preta de vermelho petralha e a equipe do 'fakementário' envergonhando o Brasil

Ridículo mesmo foi a aparição de Petra Costa e sua equipe produtora do 'fakementário' "Democracia em Vertigem", por encomenda do PT. Deus sabe quanto custou a indicação de uma peça de propaganda política ao Oscar 2020. Vestindo um longo cor petralha, a Greta Bolivarina, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, beneficiária no Petrolão, não se intimidou em mostrar cartazes sobre a tarzinha da Marielle - que os esquerdista deixem a morta descansar em paz. Os dois outros integrantes apresentariam cartazes com "LULA LIVRE" e "Dilma vitima do golpe", mas os organizadores convenceram as ativista a usarem frases em inglês para evitar mais constrangimentos.

Hollywood não se importa com trabalhadores nativos ou imigrantes latinos em busca do verdadeiro sonho americano. Em parte porque esses deploráveis trabalhadores empregados com bom salários e "apoiam o odiado Trump". Por outro lado porque seu público está se tornando cada vez mais global de qualquer maneira. Por exemplo, a China está pronta para se tornar o maior público cinematográfico teatral no mundo a qualquer momento.

Celebridades de esquerda se preocupam apenas com a aprovação de outras celebridades de esquerda. Esses magnatas continuarão promovendo suas mensagens socialistas do alto de suas mansões cercada de drogados e mendigos da baixa Califórnia governada por bolivarianos.  Eles cumprimentarão uns aos outros em fracassados shows de premiação apenas por sua cumplicidade com o Partido Comunista, sem se importar com suas vítimas do mundo real.

Se o público americano os abandonar, estas estrelas sempre podem receber um bons cachês com apresentações particulares para ditadores socialistas ou gravando comerciais lucrativos no Japão. O ponto positivo do declínio e queda de Hollywood na cultura americana é a abertura do caminho para os criativos empreendedores construírem uma cultura paralela e alternativa, não centrada no antiamericanismo de cunho socialista e bandeiras tipo antagonismo racial, fanatismo anticristão, corrupção familiar, sexualização infantil, guerra de classes e outras vulgaridades do gênero gramsciano.

 

avatar Avelar Livio Santos
Jornalista e consultor de internet
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 19.02.2020: 12:03 AM      217 grammy cinema oscar hollywood

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