Comunistas estão indignados por perder a hegemonia no Facebook

 03.02.2020: 05:12 PM      232
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Os "democratas" querem derrubar Zuckerberg do comando da própria empresa por não abrirem mão do engajamento do Facebook às suas narrativas socialistas.

A quebra da hegemonia do pensamento esquerdista no Facebook, conforme o artigo "Hillary Clinton xinga Mark Zuckerberg de trumpista autoritário" que publicamos aqui no Blogville, semana passada, está deixando os comunistas dos EUA furiosos com Mark Zuckerberg. Até George Soros, antes um amigável investidor do Facebook, está pedindo publicamente a cabeça do CEO por este afrouxar suas posições de meses atrás alinhadas com o globalismo.

Como no Brasil, os esquerdistas americanos controlam quase que totalmente o campo digital, a mídia industrial, as universidades, ONGs e as administrações públicas de regiões cultural e politicamente mais influentes como a de Nova York e da Califórnia. A indignação dos DEGRESSISTAS decorre da decisão de Zuckerberg em abrir espaço para o contraditório ao colocar um representante conservador no Conselho de Moderação que a empresa está criando para atuar como uma curadoria independente do fluxo de informações canalizado pela plataforma.

A quebra da hegemonia da narrativa gramsciana numa empresa de mídia social como o Facebook é vital para a sobrevivência deste caldo de fascismo, nazismo e comunismo em que se transformou o Partido Democrata. Até os coletivos esquerdistas do quadro de funcionários do próprio Facebook (femistas, iqualitaristas, racistas, gayzistas, taxistas, etc) estão desapontados com o patrão por não concordarem com a contratação de um profissional de comunicação da FoxNews como conselheiro editorial.

 

 Veja acima um pedacinho do depoimento de Zuckerberg no Senado dos EUA, ano passado.

"Não haveria indignação com a contratação de um cara da CNN", comentou (anonimamente por receio de retaliação) um dos poucos funcionários do Facebook não-alinhado com a causa socialista. Em entrevista ao site Breitbart News ele confirmou aquilo que Zuckerberg disse no Senado ano passado: "a maioria do pessoal da empresa é esquerdista assumida e não aceita opiniões diferentes".

A fonte comentou que até a grande mídia como o Washington Post e New York Times assopram as narrativas esquerdistas exigindo "checagem de fatos" do Facebook quando eles próprios espalham notícias falsas. No Brasil, Folha de S. Paulo, O Estadão, O Globo repetem o mesmo padrão, sempre com notícias falsas, uso de informações ilegal e narrativas manipuladas para atacar e desestabilizar o governo democraticamente eleito, ao ponto de  acusá-lo até de assassinato mesmo sabendo estar cometendo calúnia.

Segundo esta fonte, o Facebook assumiu uma liderança genuína por seu compromisso adotar a diversidade de pontos de vistas políticos, apesar da resistência da mídia, da intelectualidade e dos próprios funcionários da base que "odeiam a ideia de ceder espaço aos conservadores".

A fonte acredita que a liderança do Facebook em seu compromisso com a diversidade de pontos de vistas políticos é genuína, mas funcionários da base da empresa odeiam a ideia de jogar ao lado de conservadores. "O que ouvi no meu departamento é que "Mark [Zuckerberg] decidiu abrir espaço para todas as correntes de pensamento", disse a fonte.

Os líderes da empresa, segundo a fonte, querem diversidade, pluralidade de vozes, o máximo de dados possível, até porque são capitalistas. "O problema é que, de modo geral, a maioria silenciosa dos funcionários defensora do Estado Vermelho não mostra disposição de trabalhar neste sentido", completou.

 

avatar Avelar Livio Santos
Jornalista e consultor de internet
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