Hillary Clinton xinga Mark Zuckerberg de trumpista autoritário

 28.01.2020: 06:42 PM      228
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Hilary acusa Zuckerberg de facilitar as coisas para Trump ao invés censurar os opositores e se engajar com o Facebook no impeachment do atual presidente dos EUA.

Alma viva mais honesta e seus 400 petralhas adoram acusar a Rede Globo de perseguição ao partido, tendo o condenado inclusive lamentado, como autocrítica, não ter feito a regulamentação da mídia durante os 16 anos de governo petista. Paradoxalmente, artistas, jornalistas e a própria direção da Globo, adoram passar pano no PT, endossar suas narrativas, omitir seus roubos, defender abertamente seus condenados de corrupção e desqualificar os operadores da Justiça.

Esta contradição também acontece nos EUA onde toda a imprensa, inclusive as mídias sociais, assumem abertamente seu apoio aos socialistas acoitados no Partido Democrata de Hillary Clinton, agora fingindo ser desafeta do Facebook. Tanto Hillary como o alma viva mais honesta exigem da mídia engajamento total e incondicional às agendas socialistas, por bem ou por mal.

Esta semana, a presidenciável derrotada em 2016 xingou Zuckerberg de "trumpista", só porque este não quis censurar sumariamente do Facebook um vídeo supostamente editado onde a presidente da Câmara do seu partido, Nancy Pelosi, se mostra aparentemente bêbada durante um discurso divulgado nas redes sociais.

Apesar do Mark Zuckerberg confessar no Senado que ele e grande parte dos funcionários de sua empresa apoiam as pautas politicamente correta dos esquerdistas, os democratas, assim como os petralhas, se julgam moralmente inquesstionáveis e exigem a submissão total da mídia industrial e digital à suas narrtativas marxistas.

"Entrei em contato com o Google e Youtube e estes retiraram o vídeo. O Facebook se negou. Então eu disse: por que vocês estão mantendo isso? Isso é flagrantemente falso. Seus concorrentes o derrubaram. E a resposta deles foi: achamos que nossos usuários podem se decidir.", contou a democrata em tom de desapontamento.

Hillary disse que Zuckerberg é um homem poderoso, "autoritário", e que fala como um líder de nação estrangeira, quando, na sua opinião, deveria se envolver na campanha democrata de impeachment de do presidente Trump.

"Acho que, de alguma forma, ele foi convencido de que o Facebook levará vantagem se não cruzar o caminho de Trump. É nisso que eu acredito. E isso me deixa com uma coceira no estômago", desancou a ex-secretária de Estado do governo Barack Obama sugerindo uma capitulação do CEO do Facebook ao governo.

Mesmo sendo um esquerdista confesso, como muitos outros CEOs da Califórnia -- estado tradicionalmente governado por socialistas cujo as ruas das cidades estão tomadas por indigentes, drogados e traficantes cercados por mansões de milionários artistas progressistas de Hollywood -- Zuckerberg começa a entender que a liberdade de expressão é uma pedra fundamental fincada na Constituição dos EUA e que ele terá que contornar sob pena de ver fracassar a sua empresa com dois milhões de clientes globais.

Para contornar esta pedra está criando uma espécie de Conselho de Moderação para fazer o trabalho de curadoria "independente" do conteúdo. A ideia é que, mesmo financiado pelo próprio Facebook (custará cerca de U$ 130 milhões anuais) este conselho atue com autonomia para arbitrar sobre veiculação ou não de informações críticas, independente da vontade da empresa e do próprio Zuckerberg.

O projeto teve início em 2018 e segue a toque de caixa para livrar a empresa do desgastante trabalho de censor político dos seus clientes. O primeiro líder deste conselho, Thomas Hughes, foi escolhido esta semana e já começou a desenhar seu escritório com liberdade para montar a equipe de trabalho. Detalhe: ele é um ativista dos direitos humanos e defensor do Article19ECA da ONU, o que levanta suspeição de possível engajamento com as pautas socialistas e globalistas.

"Uma das lições mais dolorosas que aprendi" , escreveu o CEO Mark Zuckerberg no final de 2018 , "é que quando você conecta dois bilhões de pessoas, verá toda a beleza e feiura da humanidade", ponderou o CEO para completar: "o objetivo deste órgão será defender o princípio de dar voz às pessoas e, ao mesmo tempo, reconhecer a realidade de manter as pessoas seguras".

Vamos esperar para saber se este Conselho de Supervisão do Facebook vai melhorar ou piorar ainda mais as coisas para os usuários não alinhados com o politicamente correto. Ainda não se sabe se o multimilionário George Soros,  tem alguma ligação com este ativista Thomas Hughes. O magnata anunciou semana passada investimentos de U$ 1 bilhão em organizações opositoras à reeleição de Donald Trump para mais quatro anos de mandato a partir de 2021.

 

avatar Avelar Livio Santos
Jornalista e consultor de internet
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