Bolivarianos empurram vítimas contra a fronteira MEX-EUA

 11.01.2020: 01:01 AM      94
Compartilhar é curtir... lembrar... cuidar... gostar...
Artigo publicado originalmente em
A trama diabólica foi concebida por organizações civis, partidos políticos e goveros socialistas como Venezuela, Nicarágua, Cuba e até do Oriente Médio, segundo informações de autoridades hondurenhas.

A

agenda tem o apoio da mídia e democratas americanos e visa criar uma crise humanitária no continente para desestabilizar o governo Trump.
Uma caravana de migrantes de Honduras, El Salvador, Guatemala e México segue pelas estradas no sentido Norte com destino à fronteira dos EUA em busca do sonho do trabalho em solo americano.

São milhares de jovens, homens, mulheres e crianças, pessoas pobres manipuladas por políticos bolivarianos em toda a América Central. Os peregrinos hondurenhos estão mais distantes e vão percorrer a pé cerca de cinco mil quilômetros até o muro que divide o México dos EUA.

Mais do que levar para os EUA a crise econômica, política e moral em que vivem na América Central, o objetivo dos organizadores infiltrados na massa é desestabilizar o governo de Donald Trump e de resto todo o continente latino-americano.

AGENDA ANTI-TRUMP

A ideia é criar um fluxo migratório contínuo até se transformar numa crise humanitária no Norte do continente americano, tal como aconteceu na Europa nos últimos anos.

 

A mídia bolivariana acompanha a caravana martelando a narrativa de que se trata de pessoas humildes fugindo da vida miserável nos seus países. Claro que eles não esclarecem que a crise foi criada pelos próprios governantes populistas corruptos que agora tentam usar suas vítimas como instrumento para suas narrativas ideológicas.

Nos EUA, a mídia ‘progressista’ simpatizante do Partido Democrata está em êxtase com o avanço da massa de miseráveis pois vê a tragédia humana como uma oportunidade real de confrontar o presidente Donald Trump e o muro que prometeu erguer na campanha.

Para os multiculturalistas e oportunistas não importa o sofrimento e frustração dos andarilhos caso não consigam romper a barreira de 15 mil soldados espalhados por toda a fronteira e entrar nos EUA. Tudo o que querem é criar um conflito, estabelecer uma nova narrativa e torcer para que algo de muito ruim aconteça, tipo uma invasão em massa ou mortes de migrantes por tentarem romper a barreira.

MANIPULAÇÃO DAS VÍTIMAS

Por traz de toda esta trama diabólica estão organizações civis, partidos políticos e países socialistas como Venezuela, Nicarágua, Cuba e até do Oriente Médio, segundo informações de autoridades hondurenhas. Ativistas do Partido Democrata apoiam abertamente a caravana, assim como a mídia, ONGs e entidades civis dos direitos humanos.

A esquerda tem um discurso pronto: os imperialistas americanos são os responsáveis pela miséria dos povos latino-americanos e, sendo assim, devem assumir a responsabilidade de abrir suas fronteiras e fornecer asilo humanitário aos imigrantes do continente e de todo o mundo.

O esquerdista Bartolo Fuentes (o vídeo), acusado de organizar a caravana com o ex-ditador Manoel Zelaia, segue com narrativa coitadista culpando o inimigo externo, no discurso típico bolivariano especialista em manipular e multiplicar a pobreza.

Por outro lado, o presidente Donald Trump e os republicanos de modo geral rebatem estas críticas responsabilizando os próprios governantes destes países da América central, populistas, socialistas, demagogos e corruptos que só pensam em roubar seu povo e não buscam o desenvolvimento econômico e social de suas nações.

Orientados pelo Foro de São Paulo, populistas bolivarianos chegaram ao poder em quase todos os países do continente nos últimos 20 anos, sempre com o discurso de distribuição de renda, combate à pobreza e políticas de justiça social.

Incompetentes por natureza, tudo o que esses socialistas fizeram foi roubar os cofres públicos e aprofundar o desemprego e a miséria do povo com cotas e bolsas esmolas. Espalharam a miséria e agora usam o excesso de pobreza para empurrar como lixo contra o muro da nação vizinha bem-administrada.

Exploram e manipulam suas miseráveis vitimas em favor de sua agenda de desestabilização do continente começando pelos EUA. Canalhas, usam novamente os coitados como cobaias da sua ideologia vagabunda e assassina que até hoje só entregou fome, corrupção e 150 milhões de mortes em todo o mundo.

CONIVÊNCIA PERMISSIVA

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, não só ignorou como incentivou a invasão do país por migrantes ao lançar um programa de apoio chamado “Você Está em Casa”. Tipicamente bolivariana, a medida prevê visto provisório, carteiras de identidade temporária, auxílio médico, habitação temporária e acesso ao sistema educacional para as crianças.

Os migrantes encontraram pouca resistência da guarda militar e usaram de violência para romper os bloqueios e entrar no país a partir do dia 21 de outubro.

Enrique Peña Nieto deve passar o cargo em 1 de dezembro próximo para o presidente eleito Andrés Manuel López Obrador que, como bom esquerdista, aprovou a medida. Ele mesmo disse durante sua campanha: “a partir de dezembro, ofereceremos emprego aos migrantes da América Central”.

Ao permitir que a caravana furasse sua fronteira com a Guatemala e chegasse a Tapachula, onde recebeu apoio das autoridades e da população, o governo mexicano referendou a ação dos migrantes ao próprio país, contribuindo assim com a agenda bolivariana de instabilidade na região.

Estaria o atual e o novo presidente do México de conluio com os Democratas americanos e os bolivarianos como Maduro, Ortega, Zelaia, Castro, Moralez, Castro, Diaz-Canel para desestabilizar os EUA?

Um dos líderes do movimento, este homem que também aparece ao lado de Bartolo Fuentes, explica para os migrantes como agir durante a marcha para os EUA.

Muitos dos migrantes mais jovens seguem na dianteira da caravana caminhando por mais tempo e mais rápidos ou em carrocerias de caminhonetas ou caminhões. Cerca de 500 deles já chegaram a Tijuana, extremo Norte do México.

Na quinta feira 8 de novembro, portanto 23 dias após a saída, os primeiros migrantes a chegar em Tijuana se exibiram para fotógrafos e cinegrafistas no muro de ferro fincado até a ponta da praia da cidade, extremo do norte da fronteira.

Quatro acampamentos de migrantes com homens mulheres e crianças se formam todas as noites próximos às cidades longo das estradas. O maior acampamento fica num complexo esportivo na Cidade do México.

Mexicanos ajudam os migrantes alimentando uma crise humanitária que virá.

As mães usam barracas, recebem apoio logístico de ONGs dos direitos humanos e da Cruz Vermelha. Autoridades, profissionais de saúde, assistentes sociais e voluntários mexicanos cuidam da limpeza, roupa e comida dos abrigados.

Informações da Cruz Vermelha dão conta de 80 a 100 caminhantes estão desaparecidos ou apartados dos seus parentes. Não se sabe se houve um desencontro no meio da multidão, desistência da viagem ou casos mais graves de sequestro e assassinato.

Todos os dias homens, mulheres e crianças chegam para descansar. Alguns passam a noite e avançam para o norte já no dia seguinte. Outros permanecem devido ao cansaço ou atraídos pela possibilidade de obter visto provisório no México. Uma outra parte desiste da saga e volta para casa.

Consta que as mulheres recebem dinheiro em espécie para despesas básicas distribuídos por agentes organizadores da marcha. Enfim, a caravana avança de forma organizada e com uma logística razoável, o que demonstra ser uma ação estrategicamente planejada.

O PESADELO AMERICANO

O presidente Donald Trump já avisou que não permitirá a entrada de migrantes nos EUA fora do processo legal. “Eu estou trazendo os militares para (lidar com) essa emergência nacional”, disse o presidente americano Donald Trump em sua página do Twitter. “Eles serão parados!”, garantiu.


Tropas dos exército colocam arame farpado ao longo da fronteira no lado americano.

A caravana de migrantes que caminha para os EUA foi formada na cidade de San Pedro, norte de Honduras, tida como a cidade mais violenta do mundo. Segundo fontes do governo de Honduras, o movimento está sendo financiado pelos ditadores Maduro da Venezuela e Daniel Ortega da Nicarágua, além de de ONGs ligadas à Open Society Foundation de George Soros.

SEMPRE ELE

Informações na imprensa dão conta que o bilionário globalista George Soros está por traz financiando a bem organizada caravanas de migrantes rumo à fronteira EUA-México, desafiando a política de imigração do governo Trump. ONGs financiada por ele para ações semelhantes na Europa também estão por traz deste movimento migratório América Central.

Consta que 12 migrantes subscreveram antecipadamente uma ação nas cortes de Washington, D.C. para inibir ação de retaliação por parte do governo Trump e reclamar o direito dos migrantes ao asilo legal humanitário previsto na constituição americana.

A ação teria sido protocolada por advogados ligados a organizações como Católica Legal Rede de Imigração (CLIN), Conselho Americano de Imigração (AIC), Centro de Refugiados e Imigração para a Educação e Serviços Jurídicos (RICELS) e Associação americana de Advogados de Imigração (AILA) alguns deles financiados pela Fundação Open Society de George Soros.

COMEÇO DA MANIPULAÇÃO

A concentração que deu início ao caravana começou com pouco mais de cem hondurenhos e em poucas horas mais de mil pessoas caminhavam na estrada rumo a fronteira com a Guatemala. No início as pessoas foram convencidas mediante ajuda em dinheiro distribuídos por agentes não identificados.

Segundo fontes do governo de Honduras, o movimento foi organizado pessoalmente pelo ativista dos direitos humanos e ex-deputado Bartolo Fuentes, de estreitas relações com o ex-presidente de Honduras Manoel Zelaia, deposto do governo em 21 de setembro de 2009, tendo se refugiado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa por quatro meses.

Agentes não identificados distribuem dinheiro para as mulheres cooptadas para a caravana ainda em Honduras.

A intenção dos patrocinadores da caravana e usar a migração irregular como arma para desestabilizar os EUA. Segundo informações da imprensa, dezenas de criminosos e pelo menos 132 agentes políticos suspeitos, incluindo migrantes da Ásia, África e Oriente Médio indocumentados participam anonimamente da caminhada.

Joseph Humire, diretor Executivo do “Centro para uma Sociedade Segura e Livre” diz que Cuba está por traz desta caravana.

Bartolo Fuentes foi detido comandando a caravana de migrantes. Foi detido, ouvido pelas autoridades, mas negou que tenha liderado ou organizado o movimento. Zelaia também se esquivou de qualquer responsabilidade, mas aproveitou para insuflar o movimento com o discursos vitimistas culpando o governo de Honduras e Trump pela miséria no continente.

Hondurenho mostra a realidade e o absurdo desta caravana para os hondurenhos.

O plano é chegar em Tijuana, na fronteira noroeste do México com os EUA com 30 mil migrantes e forçar o muro que está sendo erguido por Trump causando um conflito político internacional como aconteceu na Europa com os migrantes árabes e africanos.

De San Pedro, Honduras, até Tijuana, norte do México, são 5 mil km de estrada, o que significa nada menos que 1 mil horas de caminhada no total. Considerando uma marcha a pé de 7 horas por dia, podemos estimar que o núcleo midiático da caravana com mulheres e crianças levarão cerca de 150 dias, ou seja, cerca de quatro meses para chegar em Tijuana.

O ALVO É TIJUANA

A caravana poderia seguir da cidade do México para o Condado de Cameron, no Texas, o que reduziria a distância para 3000 km, 650 horas de caminhada, 90 dias. Mas os organizadores insistem para que o destino seja mesmo Tijuana, no extremo Norte do México, ponto final da fronteira com os EUA.

Militantes do marxismo cultural festejam a chegada dos primeiros migrantes para o grande show humanitário.

Por que esta fixação em Tijuana? Acontece que a cidade fica na fronteira seca com o estado da Califórnia, um reduto governado por democratas com viés esquerdista. O cenário é perfeito para se plantar um crise humanitária e levantar bandeiras do marxismo cultual bem ao gosto de ativistas hollywoodianos e intelectuais progressistas californianos.

COMO TUDO COMEÇOU

A primeira caravana de migrantes saiu dia 15 de outubro de Honduras, adentrou na Guatemala e cinco dias depois estava cruzando a fronteira com o México na cidade de Tapachua, próximo a costa do Pacífico com cerca de 3,5 mil pessoas. Neste momento cerca de mil desistiram e voltaram para suas casas em Honduras e Guatemala enquanto 2,5 mil seguiram rumo ao Norte.

Com cerca de 800 km percorrido, as autoridades mexicanas estimam que 7 mil pessoas se juntaram à caravana, inclusive salvadorenhos. A maioria são pessoas jovens carregando a apenas alguns documentos e uma mochila de roupa.

Momento em que a caravana entra no México em 21 de outubro:

A meta é reunir 30 mil migrantes até Tijuana, cidade no extremo Norte do México na fronteira com a Califórnia, onde existe um grande muro em toda a extensão até o deserto do Texas a Leste.

Outras caravanas estão sendo organizadas em Honduras. A ideia é criar uma crise humanitária na fronteira com milhares de migrantes prontos para derrubar os muros e invadir os EUA. Segundo informações, 90% da caravana é composta por homens em idade militar.

avatar Avelar Livio Santos
Jornalista e consultor de internet
 |   |   |   |   |   | 

 

 

 11.01.2020: 01:01 AM      94 tijuana fronteira eua migrantes bolivarianos mexico

Comentários (0)

Olá, deixe seu comentário...

Topo