Bolsonaro consolida sua candidatura sob bombardeio da mídia

 10.01.2020: 11:48 PM      69
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Artigo publicado originalmente em
Clique para assistir a entrevista enquanto lê o artigo para conhecer outros detalhes dos preparativos da campanha vitoriosa de Jair Bolsonaro.

Se você procurar no Google a frase “Bolsonaro é acusado”, assim entre aspas, vai encontrar 5.640 referências a todo tipo de acusação ao presidenciável mais polêmico para 2018.

Fiz novamente a busca hoje, passados dois anos com Bolsonaro já eleito presidente, e encontrei 118 mil ocorrências da frase.

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eeleito deputado federal mais votado do Rio de Janeiro com 464 mil votos, Jair Bolsanaro (PP) está cotadíssimo para disputar a presidência da República do Brasil em 2018. A mídia bolivariana está ensandecida com esta possibilidade pois vê nele um inimigo mortal para uma possível retomada do projeto lulopetista interrompido com o impeachment de Dilma Rousseff.

Veja logo abaixo vídeo em que a repórter da Folha de S. Paulo se faz de santinha em sua caçada de quase uma hora para arrancar dele qualquer resposta mais comprometedora para uma manchete bombástica visando criar um fato de impedimento. Repare que a cada pergunta mais capciosa o parlamentar, desconversa, foge pela tangente.

O vídeo foi gravado pela assessoria do próprio Bolsonaro, que vem sofrendo uma campanha alucinada de execração pública da mídia e dos partidos bolivarianos no Congresso, tipo PT, PCdoB, PSOL, Rede, PTB, etc. Bolsanaro gravou toda a entrevista para sua garantia pois já está calejado de dar entrevista e ver sua fala deturpada pela mídia engajada especialista em pinçar frases de um contexto para linchamento público de desafetos.

Analise se a manchete em tom desafiador da Folha de S.Paulo, “Não é a imprensa ou o STF que vai falar o limite pra mim, diz Bolsonaro”, está de acordo com as questões mais relevantes levantadas pela jornalista nesta entrevista.

Assista a íntegra da entrevista à Folha de S. Paulo:

 Ouça a entrevista na íntegra à Folha de S. Paulo enquanto segue lendo o post...

É uma perseguição implacável, parecida com a da mídia americana ao então candidato e agora presidente dos EUA, Donald Trump. E uma ação tão grotesca que, no caso americano, fez foi catapultar Trump para a Casa Branca.

Não estou sugerindo afinidade político-ideológica entre Bolsonaro no Brasil com Trump nos EUA. São duas pessoas e realidades bem diferentes. Apenas constatando que a gana da mídia na desconstrução da imagem e destruição de candidaturas não alinhadas com o politicamente correto são bem parecidas.

Assista entrevista de Bolsonaro ao New York Times:

Para os cidadãos super informados nestes tempos de redes sociais, a mídia no Brasil é majoritariamente composta por profissionais ditos “progressistas”, mas que na verdade pensam e agem como “degressistas” já que apoiam pessoas e projetos baseados nas ideias marxistas do século XIX. Trabalhei quase 30 anos em redações de jornais e conheço bem as influências ideológicas na profissão.

Em relação a Bolsonaro, a perseguição é implacável, imoral, preconceituosa, desrespeitosa e até criminosa, sempre tentando rotula-lo de homofóbico, racista, misógino, torturador e outros impropérios do “politicamente correto”. Muitos destes profissionais cultuam abertamente o ex-presidente Lula, um populista que destruiu as bases econômicas do Brasil, aparelhou o Estado, desacreditou as instituições e comandou o maior esquema de corrupção da história da humanidade.

Qual escala moral de uma pessoa que defende Lula para condenar Bolsonaro? Não quero meter a mão no fogo e dizer que ele, sendo eleito, fará um bom governo. Muito pelo contrário, pode fazer um governo medíocre e corrupto, mas pior que o de Luiz Inácio Lula da Silva e sua gerentona Dilma acho muito difícil.

Este pessoal ataca Bolsonaro apenas por ele ser um militar da reserva que se posiciona abertamente favorável à ditadura militar. Para ele, o governo militar inciado em 1964 veio exatamente para combater o projeto de ditadura comunista que estava prestes a ser implantada no Brasil, o que concordo em parte.

Bolsonaro é franco, direto, assume ser direitista mas isto não o impede de concorrer a qualquer cargo público. Justamente esta possibilidade legal e democrática de um ex-militar concorrer à presidência do Brasil é que deixa os esquerdopatas enfurecidos, pois isto não se encaixa na sua concepção de “democracia”.

Para eles, os conservadores têm obrigação de admitir um governo lulopetista, mesmo que seja corrupto e desrespeite a Constituição com medidas autocráticas e centralizadoras. Agora, os autoritários degressistas não suportam sequer que um candidato de direita possa apresentar suas propostas e se colocar como alternativa de poder no Brasil.

Como democrata liberal, entendo que Bolsonaro não tem o perfil ideal e o conjunto de ideias que considero imprescindíveis no novo presidente do Brasil. Mas na hipótese de um segundo turno entre um esquerdista (Lula já estará na cadeia) e Bolsonaro, sem dúvida nenhuma votaria neste último com base naquilo que até aqui conheço de suas ideias e a recente malfadada experiência com governo bolivariano de Lula e Dilma.

A grande sacada para impedir a ascensão da candidatura de Bolsonaro à presidência se materializou com um episódio na Câmara dos Deputados num confronto com a deputada Maria do Rosário (PT) em 2013. Bolsonaro concedia uma entrevista para TV no saguão da casa quando Maria do Rosário se aproximou provocando e xingando-o de estuprador.

 

_Você é um estuprador, atacou a petista.

_Então eu sou estuprador agora?, questionou Bolsonaro.

_É estuprador sim, reforçou ela.

_Não estupro porque você não merece, contra atacou.

 Assista o vídeo e tire suas conclusões:

A esquerda toda ficou escandalizada. Percebeu que o político desafeto tido como incorruptível havia pisado na casca de banana ao atacar uma mulher indefesa. Finalmente, com ajuda da Comissão de Ética da Câmara, somada ao impulso legislador do atual STF, poderia derrubar no tapetão o temível adversário.

Houve uma gritaria geral pela cassação, principalmente da ala feminista da esquerda, a mesma tratada depreciativamente de bancada das “mulheres do grelo duro” pelo líder populista Lula. O mesmo Lula que arrancou risadas de Dilma ao considerar um “presente dos deuses” para sua secretária ser surpreendida dormindo (uma possibilidade de estupro) no quarto por cinco policiais federais.

Mas Lula tem licença para ser misógino e fazer apologia do estupro, Bolsonaro não. Tanto que o caso foi parar no STF que aceitou de imediato a denúncia e deve julgar Bolsonaro em breve por apologia ao crime de estupro.

Em meio as pedras e armadilhas no caminho, o deputado federal com cinco mandatos já assumiu sua candidatura para 2018. “Sou de direita mesmo e não tenho vergonha de dizer. Vou disputar o Planalto. Se meu partido não me apoiar, mudo de legenda para concorrer”, disse ele em entrevista ao Estadão.

Bolsonaro é um político polêmico, tanto na retórica como na prática legislativa. Conheça alguns dos seus projetos em tramitação na Câmara dos Deputados:

  • 1º PL 5847/2016 — Revoga lei que obriga farol aceso nas estradas;

  • 2º PL 5825/2016 — Propõe prevenção e combate a ações terroristas;

  • 3º PL 4730/2016 — Torna hediondo crimes praticados com arma de fogo mediante grave ameaça ou violência;

  • 4º PL 7105/2014 — Descaracteriza crime em atos praticados em legitima defesa;

  • 5º PL 7282/2014 — Conferir porte de arma a cidadãos em razão de sua profissão, bem como a funcionários de órgãos de segurança.

DICA DO ARTICULISTA: Não aceitem a tutela da mídia, professores e artistas bolivarianos interessados em arrebanhar votos dos incautos para o projeto totalitário do PT. Você tem o direito de conhecer as diferentes propostas e exercitar liberdade de ouvir, pensar e escolher, por conta e risco, o candidato mais afinado com o ideal de vida, seu e de sua família.

Veja anúncio de candidatura de Bolsonaro e algumas propostas:

avatar Avelar Livio Santos
Jornalista e consultor de internet
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